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Teoria do MEDO (#7)

Só em Deus somos livres do medo

Dois componentes são extremamente necessários para nos libertar do medo em profundidade.
Primeiramente, é necessário estarmos em Deus, pois, como diz são Paulo, lá onde há o espírito de Deus, há também a liberdade… Só em Deus seremos plenamente livres.
A segunda necessidade é decorrente da primeira. Se Deus está em nós, ele nos ama.
É, portanto, esse, amor de Deus que gera em nós toda a certeza, toda a segurança, toda a coragem, toda a capacidade de retribuir ao outro o amor que ele nos doou primeiro, sem reservas ou medo.
Amando, doando-nos, libertamo-nos do medo, pois sabemos que o Pai aprova nossos atos, que tudo que fazemos deriva dele e da lei máxima do amor.
Feliz é quem sabe doar-se desinteressadamente e consegue gerar nos outros amor libertador.

Quem sou? O que quero da vida?

Tudo parece confuso, sem unidade, sem centro de convergência.
Sou uma pessoa dispersiva; hoje, quero amanhã, já não quero.
O que eu verdadeiramente quero eu mesmo não sei.
O que busco? O que espero? Quais são os meus planos?
Estou tão deprimido, não vejo saídas.
Tudo me atemoriza, tudo me aflige, Estou perdido na vida…
Mas vejo uma saída: Deus é meu Pai.
Ele me conhece, ele me ama.
Ele me deu a vida. Sou dele; isso me basta.

O medo nunca está no perigo,
mas em nós.
(Stendhal)

Pessoas terrivelmente ajustadas

A pessoa ajustada a uma disciplina, a uma estrutura está sempre defensiva, pois é movida pelo medo. Essas pessoas abafaram em si o direito de errar, de rir escancaradamente, de dar uma bola fora, de parecer diferente. Quem manda nessas pessoas é o respeito ou o temor profundo à estrutura.
A lei e a ordem são boas, mas não será a lei que nos irá libertar, mas sim o amor.

Somos felizes e não tememos, pois temos fé

Feliz é a pessoa que encontrou Cristo e a ele entregou a sua vida por amor. Com Cristo, estamos salvos. Com ele, não existe mais medo.
O futuro não nos amedronta, pois não somos nós que estamos realizando a nossa salvação, mas ele já a conquistou por nós. O passado não nos angustia, pois o entregamos à sua misericórdia redentora.
O presente não nos aflige, pois o vivemos no amor da sua graça.
O futuro está nas mãos dele. Ele está conosco e, nos momentos difíceis, carrega-nos nos braços como o pai carrega seu filhinho.

Se o homem carrega
a sua própria lanterna,
não precisa ter medo do escuro.
(Máxima judaica)

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