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Coisas que eram de pobre e hoje fazem os ricos de bobos!

Meu amigo, segura o queixo porque vou te contar uma coisa que vai deixar até o tio Patinhas coçando a cabeça de perplexidade! Sabe aquelas coisas que um dia eram sinônimo de “vida de pobre” e hoje fazem os ricos babarem? Pois é, a reviravolta é tão épica que até a telenovela mais dramática ficaria com inveja.

Lembra dos tempos em que comprar roupas em brechós era sinal de aperto financeiro? Pois é, os ricos de agora disputam peças vintage a tapa, como se vestir um suéter dos anos 80 fosse a chave para um cofre de ouro. E aquela calça rasgada que a gente usava por necessidade virou uma “peça de designer” que custa mais caro do que um jantar fino!

E olha só para os carros populares que eram motivo de piada na rua, aqueles que a gente chamava de “latinha velha”. Agora, os endinheirados estão brigando por modelos retrô, que lembram justamente aqueles carros que a gente suava para manter rodando. Deve ser por isso que as garagens das mansões parecem uma exposição de carros antigos.

E a comida? Ah, meu amigo, prepare-se para a ironia gastronômica! Aquelas comidas “simples” que a gente apreciava por economia, como o bom e velho arroz com feijão, agora são servidas em restaurantes chiquérrimos como “prato típico da culinária ancestral”. Até o saudoso macarrão instantâneo ganhou uma versão gourmet, com temperos exóticos e preço nas alturas.

Lembra daquelas tecnologias ultrapassadas que a gente usava porque não tinha grana para algo melhor? Pois é, hoje os ricos estão pagando fortunas por gadgets retrô, como telefones de disco e televisões de tubo, como se estivessem colecionando relíquias de um passado que eles não viveram.

Então, da próxima vez que você encontrar alguém de óculos escuros dentro de casa, sentado em um sofá velho e degustando um prato de miojo gourmet, lembre-se: as voltas que o mundo dá são tão malucas que até o velho ditado “quem ri por último, ri melhor” precisa ser atualizado para “quem era pobre um dia, agora vê os ricos se perguntarem: por que não pensamos nisso antes?”

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