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32 coisas que só fazem sentido na infância (E a gente ainda ama mesmo depois de adulto)

A infância é aquele pedaço mágico da vida em que tudo faz sentido… mesmo que, olhando hoje, nada faça o menor sentido. É a fase em que uma caixa de papelão vira nave espacial, um banho de chuva substitui o spa e uma simples tampa de panela vira o melhor escudo anti-monstro já inventado. E o mais curioso? Por mais que a gente cresça, pague boleto e reclame da vida, tem coisa que continua arrancando um sorrisinho nostálgico só de lembrar (ou repetir escondido).

Se você já teve um chinelo Havaianas com alça no calcanhar, sabe de cabeça a musiquinha do “você pediu e eu trouxe” e considera suco Tang um elixir gourmet, essa lista é pra você. Prepare-se pra um banho de lembranças — e talvez até vontade de correr atrás de um caminhão de sorvete.

32 coisas que só fazem sentido na infância (E a gente ainda ama mesmo depois de adulto) 1

1. Tomar banho de chuva como se fosse terapia.

2. Brincar com tampa de panela e achar que era escudo de herói.

3. Acreditar que suco Tang era bebida de festa chique.

4. Fazer “comidinha” com folhas, terra e muito amor.

5. Dormir em qualquer lugar: sofá, chão, até empilhado com primos.

6. Usar o chinelo no pé errado e se recusar a trocar.

7. Achar que a Lua seguia seu carro à noite.

8. Colocar o dedo na tomada (só uma vez) pra ver “se é verdade”.

9. Ter TOC com a ordem dos lápis de cor.

10. Correr da cozinha quando a mãe começava a picar cebola.

11. Fazer cocô e gritar: “ACABEEEEEI!”

12. Dormir com medo de que o pé saísse do cobertor e o monstro pegasse.

13. Comer pão puro e achar chique.

14. Inventar regras do jogo no meio da brincadeira.

15. Ficar feliz só de ganhar uma moeda de um real.

16. Brincar com a embalagem e ignorar o brinquedo caro.

17. Dormir com a TV ligada no “Tela Quente”.

18. Achar que desodorante da mãe era perfume de princesa.

19. Ter uma toalha que também era capa, tapete mágico e vestido de gala.

20. Ter medo do boneco do Fofão (com razão!).

21. Se empolgar mais com a caixa do presente do que com o presente.

22. Achar que quando o carro passava rápido, o mundo virava Matrix.

23. Brincar de “não pisa no chão” usando almofadas.

24. Comer feijão e arroz como se fosse banquete.

25. Imitar comercial de pasta de dente na frente do espelho.

26. Ficar quieto achando que a professora ia esquecer da prova.

27. Acreditar que fechar os olhos fazia você invisível.

28. Passar saliva no machucado e achar que era remédio.

29. Cantar “Atirei o pau no gato” como se fosse hino nacional.

30. Fugir da colher de xarope como se fosse veneno.

31. Comer Danoninho e achar que ficou mais forte.

32. Achar que crescido seria mais divertido… e hoje querer voltar.


Infância é esse lugar onde o ridículo era mágico, o simples era extraordinário, e qualquer canto virava cenário de aventura. E quer saber? Ainda bem que algumas dessas “bobagens” a gente nunca esquece. Porque crescer é inevitável, mas deixar de se divertir com suco Tang e chuva de verão… aí já é demais.

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Redação Tediado

Redação Tediado é a equipe editorial responsável pelos conteúdos do Tediado, site brasileiro no ar desde 2011, focado em humor, curiosidades, listas criativas e entretenimento digital.
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