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Pegadinha do Elevador
0O Remi Gaillard é o cara mais genial para fazer vídeos de pegadinhas, nessa história não tem nem pro Ivo Holanda, que era um ídolo brasileiro (not). Dessa vez, em um novo vídeo, a pegadinha inclui os dois elevadores de um prédio, sente só:
Teoria do MEDO (#8)
0A vida está no mais profundo
Na vida, quase sempre consideramos importante aquilo que temos, o que fazemos, o quanto conseguimos conquistar. Acabamos considerando e avaliando as pessoas pelo que têm, e não pelo que são. E temos medo de sermos avaliados da mesma maneira.
Mas não é possível que a vida se resuma a apenas isso. Existe algo mais profundo, que dá brilho ao brilho, que dá vida à vida: é o Espírito, aquela força que vem de dentro, que faz a diferença.
A vida ensina que existe a algo mais além do fazer, do realizar, do aparecer, do brilhar.
As coisas verdadeiramente sublimes da vida, as que fazem brilhar os olhos e sorrir os lábios não podem ser comparadas com dinheiro, prestígio; Deus nos pode dar. E ele não só nos dá, ele nos oferece, basta que peçamos.
Enviar, Senhor, o teu Espírito, pois somos fracos, pores, ignorantes e não sabemos o que nos convém. Senhor, só tu és a nossa força e o verdadeiro sentido da nossa vida.
Nós temos a esperança-certeza
A morte, a dor, a solidão, tudo está vencida. Nós vivemos na esperança, e não é apenas um vaga esperança de que cedo ou tarde as coisas irão ajeitar-se.
Não, nós temos a certeza do triunfo de Cristo, que já pagou por nós. ele, com a sua ressurreição, venceu a morte e tudo o que conduz à morte.
Nós podemos sofrer, e saber sofrer é bom, porque o sofrimento nos amadurece. Mas soframos com serenidade, de cabeça erguida, porque já temos a certeza da vitória.
Lutar na indecisão é duro,
mas lutar tendo de antemão
a absoluta certeza da vitória
faz da luta uma manifestação
do poder de Deus e
do seu amor para conosco.
Teoria do MEDO (#7)
0Só em Deus somos livres do medo
Dois componentes são extremamente necessários para nos libertar do medo em profundidade.
Primeiramente, é necessário estarmos em Deus, pois, como diz são Paulo, lá onde há o espírito de Deus, há também a liberdade… Só em Deus seremos plenamente livres.
A segunda necessidade é decorrente da primeira. Se Deus está em nós, ele nos ama.
É, portanto, esse, amor de Deus que gera em nós toda a certeza, toda a segurança, toda a coragem, toda a capacidade de retribuir ao outro o amor que ele nos doou primeiro, sem reservas ou medo.
Amando, doando-nos, libertamo-nos do medo, pois sabemos que o Pai aprova nossos atos, que tudo que fazemos deriva dele e da lei máxima do amor.
Feliz é quem sabe doar-se desinteressadamente e consegue gerar nos outros amor libertador.
Quem sou? O que quero da vida?
Tudo parece confuso, sem unidade, sem centro de convergência.
Sou uma pessoa dispersiva; hoje, quero amanhã, já não quero.
O que eu verdadeiramente quero eu mesmo não sei.
O que busco? O que espero? Quais são os meus planos?
Estou tão deprimido, não vejo saídas.
Tudo me atemoriza, tudo me aflige, Estou perdido na vida…
Mas vejo uma saída: Deus é meu Pai.
Ele me conhece, ele me ama.
Ele me deu a vida. Sou dele; isso me basta.
O medo nunca está no perigo,
mas em nós.
(Stendhal)
Pessoas terrivelmente ajustadas
A pessoa ajustada a uma disciplina, a uma estrutura está sempre defensiva, pois é movida pelo medo. Essas pessoas abafaram em si o direito de errar, de rir escancaradamente, de dar uma bola fora, de parecer diferente. Quem manda nessas pessoas é o respeito ou o temor profundo à estrutura.
A lei e a ordem são boas, mas não será a lei que nos irá libertar, mas sim o amor.
Somos felizes e não tememos, pois temos fé
Feliz é a pessoa que encontrou Cristo e a ele entregou a sua vida por amor. Com Cristo, estamos salvos. Com ele, não existe mais medo.
O futuro não nos amedronta, pois não somos nós que estamos realizando a nossa salvação, mas ele já a conquistou por nós. O passado não nos angustia, pois o entregamos à sua misericórdia redentora.
O presente não nos aflige, pois o vivemos no amor da sua graça.
O futuro está nas mãos dele. Ele está conosco e, nos momentos difíceis, carrega-nos nos braços como o pai carrega seu filhinho.
Se o homem carrega
a sua própria lanterna,
não precisa ter medo do escuro.
(Máxima judaica)












































