6 lições que aprendemos com Red: Crescer é uma Fera


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O filme Red: Crescer é uma Fera traz a história de Meilin Lee (Mei para os amigos), uma adolescente de 13 anos que descobre que sofre de uma maldição de família que a faz se transformar em um panda vermelho gigante toda vez que sente grandes emoções. Aos poucos Meilin precisa aprender a controlar seus sentimentos, por isso ela foca seus pensamentos em suas amigas, que a apoiam mesmo depois de ver seu lado “selvagem”. Em uma mistura de aventura, maldição e autodescoberta, a jornada de Meilin mostrará a chave para se conectar de diferentes formas com sua mãe, Ming Lee, e a si mesma.

6 lições que tiramos após assistir Red: Crescer é uma Fera

1. Abrace seus defeitos

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Mei fica bem assustada quando descobre a “maldição” do panda vermelho e faz de tudo para esconder a sua nova identidade. Sem spoilers muito grandes, é possível dizer que quanto mais ela tenta ignorar o panda, mais difícil é lidar com a questão. Muitas vezes, aceitar e tentar entender o que você pode fazer para tornar a situação mais leve é a resposta para diversos problemas.

2. Escolha amigos que te aceitem

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A protagonista não consegue manter o panda escondido por muito tempo. E, apesar de ficar muito assustada com a possível reação de suas amigas, Mei tem uma surpresa positiva. Elas não só entendem a amiga, como amam sua versão animal. Essa lição é muito importante e devemos levar para a vida: precisamos escolher amigos que estão do nosso lado e não julguem nossos defeitos.

Quando Mei erra, as meninas não têm problema em falar a verdade e fazer a jovem perceber o que aconteceu. Mas isso não quer dizer virar as costas e muito menos atacá-la por uma coisa da qual ela não tem culpa!

3. Viva o dia de hoje

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Mei é uma pessoa muito preocupada, sempre fazendo cálculos e previsões para o futuro. Pode-se dizer que a menina perde grande parte de sua infância com essa preocupação. Até a possibilidade de ir ao show do 4Town, boyband que ela e sua amiga amam, vira um gatilho para ansiedade. Ela precisa se organizar para conseguir o dinheiro, saber como vai enganar os pais e pensar em tudo, nos mínimos detalhes. A versão mais legal de Mei é quando ela está tranquila, vivendo o presente. Com certeza podemos aprender com ela, né?

Veja: 5 lições que aprendemos com o filme Encanto

4.Seus pais não sabem tudo

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Algo fácil de perceber em “Red” é a tensão entre Mei e seus pais, principalmente a sua mãe, Ming. Ao longo do filme, vemos que o controle da mulher sobre sua filha é uma consequência de seu amor e preocupação. Porém, Mei não consegue enfrentá-la e impor seus limites e o medo de decepcionar sua mãe é maior do que tudo.

A lição que fica dessa relação é que nem sempre seus pais sabem o que é melhor. Eles podem querer guiá-la, com base nas suas próprias experiências, para evitar que você cometa erros ou sofra. Mas é importante deixar claro que você é a sua própria pessoa e também precisa viver sua vida individual. No fim, Mei e sua mãe passam por grandes desafios juntas, que faz com que elas percebam isso.

5. É importante olhar o passado

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Ao mesmo tempo que seus pais não são os donos da razão, Mei descobre a importância de olhar para o seu passado – sem julgamentos – e entender melhor o caminho de sua família e o que a fez chegar aonde está. O que para Mei é uma maldição – se tornar um panda gigante – já foi encarado como uma bênção para os seus ancestrais.

Sem contar que a transformação é algo que as mulheres de sua família enfrentam, de geração em geração. Se elas pudessem falar abertamente sobre isso, o panda poderia ser visto com olhos mais acolhedores.

6. Pais podem – e devem – fazer de tudo

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Esse é um daqueles detalhes em “Red” que fazem toda a diferença! No filme, quem comanda grande parte da casa é a mãe de Mei. Ela é a principal responsável pelo templo da família, leva e busca a filha na escola etc. Já seu pai, é uma figura mais doce e delicada, que é conhecido pelos seus dotes culinários.

É possível dizer que os papéis estão “invertidos”, o que é sempre muito positivo. Assim, todo mundo que assistir ao filme pode entender que os pais – homens, mulheres ou de qualquer outra identidade – podem exercer qualquer função que queiram.


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