Tipos de pessoas festa junina: 18 personagens que aparecem em todo arraial brasileiro

Tipos de pessoas festa junina existem em absolutamente qualquer arraial brasileiro, não importa se a comemoração acontece em escola, igreja, bairro ou interior. Basta começar junho para surgir o especialista em quentão, o casal competitivo da quadrilha, a pessoa que vai só pela comida e aquele tio que transforma qualquer conversa em piada ruim.

E o mais curioso é que essas figuras parecem universais. Você pode mudar a cidade, a decoração e até a música, mas os personagens continuam aparecendo como se fossem obrigatórios em toda festa junina do país. Talvez seja justamente isso que torne essa época tão divertida: além das comidas típicas e das bandeirinhas coloridas, existe um verdadeiro “multiverso junino” formado por pessoas que repetem os mesmos comportamentos todos os anos.

O problema é que, depois de ler esta lista, existe uma chance enorme de você perceber que também virou um desses personagens clássicos sem nem notar.

Tipos de pessoas festa junina: 18 personagens que aparecem em todo arraial brasileiro

1. O especialista em quentão que age como sommelier de bebida de festa

Toda festa junina tem aquela pessoa que surge do nada segurando um copo e analisando o quentão como se estivesse avaliando um vinho importado de 8 mil reais.

Ela toma um gole, fecha os olhos e imediatamente começa:
“Esse aqui exageraram no gengibre.”
“O outro estava mais encorpado.”
“Faltou cravo.”
“Na minha receita eu deixo fermentar mais.”

O detalhe importante é que ninguém perguntou nada.

Mesmo assim, ela continua explicando a origem da canela, a textura ideal do amendoim e por que o vinho quente da barraca da direita “tem mais personalidade”. Em algum momento da noite, essa pessoa inevitavelmente conta que já fez quentão artesanal em casa e que “o segredo está no equilíbrio”.

E sinceramente? Parte da graça da festa junina é justamente encontrar alguém levando comida típica absurdamente a sério enquanto toca forró no fundo e uma criança corre vestida de milho gigante pelo salão.


2. O casal da quadrilha que leva a dança mais a sério que campeonato olímpico

Existe o casal que entra na quadrilha apenas por diversão. Mas existe também aquele casal que claramente treinou durante semanas.

Eles chegam sincronizados, sorrindo em câmera lenta, com roupa impecável, maquiagem temática e uma energia assustadoramente competitiva. Quando o marcador grita “olha a chuva!”, eles executam o movimento como se estivessem disputando medalha.

Enquanto o resto das pessoas tenta apenas não tropeçar, esse casal gira, encaixa passos e faz até contato visual dramático no meio da dança. Em certos momentos, parece que você está assistindo uma mistura de novela das seis com apresentação de dança contemporânea.

E o pior é que eles normalmente convencem os outros participantes a entrarem no clima. De repente, todo mundo começa a se esforçar mais porque ninguém quer ser o elo fraco da quadrilha.

O resultado é maravilhoso: um evento que deveria ser completamente bagunçado vira uma competição silenciosa de performance caipira.


3. A pessoa que vai pela comida e nem tenta esconder isso

Essa talvez seja a figura mais honesta da festa junina.

Ela não está ali pela música. Não liga para a quadrilha. Não quer saber de brincadeira. O verdadeiro objetivo dela é um só: atacar todas as barracas de comida típica possíveis antes da noite acabar.

E existe uma estratégia envolvida.

Primeiro vem o milho. Depois pamonha. Aí canjica. Em seguida bolo de milho, cachorro-quente, pé de moleque, arroz-doce, espetinho, curau e mais alguma coisa que ela jurou que não caberia, mas misteriosamente encontrou espaço.

É a pessoa que some durante meia hora e reaparece equilibrando três pratos, um copo enorme e um sorriso de felicidade genuína.

O mais impressionante é que ela sempre sabe exatamente qual barraca tem “a melhor canjica”, mesmo tendo chegado há pouco tempo. Parece um talento sobrenatural desenvolvido ao longo de décadas frequentando arraiais.

E convenhamos: toda festa junina fica automaticamente melhor quando existe alguém tratando o evento como um circuito gastronômico profissional.


4. O tio da piada ruim que ganha força total em junho

Se existe uma época do ano em que o humor de tio alcança seu auge absoluto, essa época é a festa junina.

É o sujeito que aparece usando chapéu de palha torto e já chega soltando:
“Hoje eu tô mais caipira que espantalho aposentado!”

Ninguém entende direito a piada, mas ele ri sozinho com tanta confiança que acaba contaminando o ambiente. E aí começa uma sequência interminável de trocadilhos envolvendo milho, fogueira, roça, pamonha e casamento na quadrilha.

O problema é que esse tipo de pessoa ganha poder conforme a noite avança.

Depois de algumas músicas e alguns copos, ele vira praticamente um apresentador não oficial do evento. Começa a comentar tudo:
“Esse cachorro-quente tá mais lotado que ônibus às seis.”
“Essa quadrilha tá mais perdida que GPS sem internet.”

E por algum motivo inexplicável, as pessoas começam a achar graça de verdade.

Talvez seja o clima da festa. Talvez seja o cansaço. Ou talvez o humor ruim faça parte da experiência junina mais do que gostaríamos de admitir.


5. A mãe fotógrafa que transforma a festa em cobertura de evento profissional

Ela não assiste à festa. Ela documenta a festa.

Enquanto todo mundo dança, conversa e come, essa pessoa está abaixada procurando ângulo perfeito para tirar 94 fotos da mesma criança segurando uma espiga de milho.

Existe também um comportamento clássico: ela manda repetir cenas.

“Volta e entra de novo.”
“Agora sorri natural.”
“Finge que tá conversando.”
“Olha pra fogueira.”

Em poucos minutos, a festa junina vira uma produção cinematográfica improvisada.

O mais curioso é que essas fotos aparecem meses depois em grupos de família, retrospectivas emocionantes ou posts nostálgicos acompanhados daquela legenda clássica:
“Como o tempo passa rápido.”

E sinceramente, apesar do caos, são essas pessoas que acabam registrando os momentos mais engraçados da festa. Inclusive aqueles que ninguém lembraria depois.


6. O adolescente que claramente não queria estar ali

Ele foi obrigado pelos pais. Isso fica evidente em aproximadamente três segundos.

Normalmente aparece encostado em algum canto, usando camisa xadrez com a mesma empolgação de alguém preenchendo imposto de renda. O olhar transmite sofrimento emocional profundo toda vez que alguém menciona quadrilha.

Mas existe um detalhe interessante: em algum momento da noite, ele inevitavelmente começa a se divertir sem perceber.

Primeiro reclama da música. Depois aceita uma comida. Aí ri de alguma situação aleatória. Quando percebe, já está participando de brincadeira, tirando foto com os amigos e discutindo qual barraca vende o melhor pastel.

É praticamente um ritual brasileiro de transformação social.

E isso acontece porque festa junina tem uma capacidade absurda de desmontar resistência. O ambiente é caótico, exagerado, barulhento e acolhedor ao mesmo tempo. Até quem jura que odeia acaba entrando no clima.


7. A criança hiperativa que parece ter tomado energético escondido

Toda festa junina possui pelo menos uma criança correndo em velocidade máxima sem motivo aparente.

Ela surge de um lado do arraial, desaparece atrás da barraca de pescaria e reaparece segundos depois segurando um doce, um balão, metade de um cachorro-quente e uma energia que desafia qualquer explicação científica.

O mais impressionante é a resistência física.

Enquanto os adultos já estão cansados, procurando cadeira para sentar e reclamando da coluna, essa criança continua correndo como se tivesse combustível infinito.

E geralmente existe um detalhe adicional: a fantasia está parcialmente destruída.

O chapéu caiu. O bigode saiu. A camisa soltou. O dente pintado sumiu. Mas nada disso importa. O objetivo principal continua sendo correr pelo evento inteiro como se fosse protagonista de um filme de ação rural.

Essas crianças basicamente representam o espírito puro da festa junina: caos, açúcar e felicidade absoluta.


8. A pessoa que transforma qualquer conversa em nostalgia

Basta tocar uma música mais antiga ou aparecer uma brincadeira tradicional para ela começar:
“Na minha época as festas juninas eram diferentes…”

Pronto. Acabou.

A partir daí surge uma enxurrada de histórias sobre fogueiras gigantes, quadrilhas “de verdade”, milho assado na rua, correio elegante emocionante e tempos supostamente mais simples.

O curioso é que essas histórias sempre aumentam de tamanho a cada ano.

A fogueira vira uma torre monumental. A quadrilha tinha “duzentas pessoas”. O quentão era feito artesanalmente por senhores misteriosos da roça. Tudo ganha uma aura quase lendária.

Mas existe algo bonito nisso.

Porque festa junina realmente ativa memórias afetivas muito fortes. O cheiro da comida, as músicas antigas, as roupas coloridas e aquele clima bagunçado conseguem transportar muita gente direto para a infância.

Talvez seja justamente por isso que junho tenha um impacto tão especial nos brasileiros.


9. A pessoa que some no começo da festa e reaparece famosa no bingo

Esse personagem merece respeito.

Ninguém percebe muito sua presença no início da noite. Ela circula discretamente, conversa pouco e parece apenas observadora. Mas então começa o bingo.

E tudo muda.

Do nada, a pessoa entra em modo competitivo extremo. Segura a cartela como se estivesse participando de uma final internacional valendo milhões. Cada número anunciado gera tensão emocional verdadeira.

Quando falta apenas um número, ela já não escuta mais ninguém ao redor.

E inevitavelmente acontece uma das duas situações clássicas: ou ela ganha e comemora como campeã mundial, ou perde por um número e passa os próximos vinte minutos indignada com a própria sorte.

O mais engraçado é que o prêmio normalmente é algo completamente aleatório. Pode ser um ventilador, uma cesta básica, uma air fryer ou até um frango assado.

Mas naquele momento específico, aquilo vira o objeto mais importante do universo.


10. A pessoa que jura que vai “só dar uma passadinha” e fecha a festa

Esse é um clássico absoluto dos eventos brasileiros. A pessoa manda mensagem dizendo:
“Vou só aparecer rapidinho.”

Mentira.

Ela chega cedo, fala que não pretende demorar e cinco horas depois ainda está sentada perto da barraca de pastel debatendo assuntos aleatórios com pessoas que conheceu há vinte minutos.

O mais curioso é que esse tipo de pessoa nunca percebe o próprio fenômeno. Ela realmente acredita que vai embora cedo. Só que festa junina tem um efeito estranho no cérebro brasileiro: você entra pensando em ficar meia hora e, quando percebe, já está ajudando a desmontar cadeira no final da noite.

E existe sempre aquele momento simbólico em que alguém comenta:
“Ué, você ainda tá aqui?”

A resposta normalmente vem acompanhada de risada, um copo na mão e a clássica frase:
“Agora já foi.”


11. O amigo que desaparece e reaparece namorando

Toda festa junina parece criar um portal misterioso para romances improvisados.

O sujeito chega solteiro, tranquilo, andando com os amigos. Em algum momento ele some. Ninguém sabe onde foi parar. Depois de um tempo, reaparece andando lentamente ao lado de alguém vestido de xadrez combinando perfeitamente com ele.

E o mais impressionante é a velocidade.

Às vezes bastaram quarenta minutos, uma música de forró e um correio elegante minimamente engraçado para nascer uma conexão que parece existir há meses.

Os amigos observam tudo com aquela mistura de choque e diversão, enquanto o casal recém-formado age como se a química entre eles fosse o acontecimento mais natural do mundo.

E sinceramente? Festa junina talvez seja um dos ambientes mais perigosos para pessoas solteiras emocionalmente vulneráveis. A combinação de música, clima aconchegante, comida boa e nostalgia cria um cenário perfeito para decisões impulsivas.

Alguns casais terminam na semana seguinte. Outros acabam contando anos depois que “tudo começou numa quadrilha”. E isso torna a situação ainda mais engraçada.


12. A pessoa que exagera tanto no look caipira que vira personagem de novela

Existe gente que coloca uma camisa xadrez e pronto. Mas também existe quem trate a roupa junina como projeto artístico completo.

É maquiagem temática, remendo estrategicamente costurado, chapéu personalizado, bota, dente pintado, sardinha desenhada e talvez até uma espiga de milho servindo como acessório decorativo.

Em certos casos, a produção fica tão elaborada que parece figurino oficial de novela rural das sete.

O mais impressionante é a dedicação. Essas pessoas passam horas montando visual para uma festa que teoricamente deveria ser simples. E elas levam isso extremamente a sério.

Se alguém aparece “normal demais”, imediatamente escutam:
“Nem entrou no clima.”

E talvez exista uma verdade nisso. Porque uma das poucas épocas do ano em que brasileiros adultos aceitam voluntariamente usar roupa propositalmente exagerada é justamente durante as festas juninas.


13. O cantor improvisado que acha que virou estrela do forró

Basta aparecer um karaokê, um microfone perdido ou um músico animando a festa para surgir essa figura lendária.

Ele canta com uma confiança completamente desproporcional ao talento real.

Não importa se desafina. Não importa se esquece a letra. O importante é a entrega emocional. E ela sempre vem forte. Em alguns momentos, a pessoa fecha os olhos como se estivesse fazendo show histórico para cinquenta mil pessoas.

O mais divertido é que o público geralmente apoia.

Talvez por educação. Talvez pelo clima descontraído. Ou talvez porque festa junina destrói completamente qualquer padrão normal de julgamento social. Depois de certo ponto da noite, todo mundo começa a cantar junto mesmo sem saber direito a música.

E assim nasce aquele momento coletivo estranho onde dezenas de pessoas desafinadas criam uma experiência emocional genuinamente divertida.


14. A pessoa que tenta ganhar todas as brincadeiras da festa

Pescaria, correio elegante, tiro ao alvo, bingo, argola, cadeia… ela quer vencer tudo.

É alguém que transforma qualquer brincadeira simples em missão pessoal. Se a barraca promete um prêmio de um pacote de paçoca, ela entra em estado mental competitivo imediatamente.

O problema é que geralmente a pessoa leva azar justamente quando começa a falar demais.

Ela cria estratégia para pescaria.
Analisa distância no jogo da argola.
Dá conselho técnico para quem está perto.
E perde de maneira humilhante para uma criança de seis anos.

Mas isso nunca abala sua confiança. Minutos depois já está tentando outra brincadeira como se nada tivesse acontecido.

Existe algo admirável em alguém tão comprometido emocionalmente com um prêmio que custa menos que uma passagem de ônibus.


15. O fiscal da fogueira e da tradição junina

Toda festa junina tem um guardião não oficial das tradições.

Ele analisa decoração, música, comida e organização com o rigor de um jurado especializado em cultura popular. Se algo foge minimamente do padrão esperado, surge a crítica imediatamente.

“Isso aí não é canjica de verdade.”
“Quadrilha boa tinha sanfona.”
“Antigamente a fogueira era maior.”
“Essa música não é junina.”

É quase impossível convencer essa pessoa de que as festas mudaram com o tempo. Para ela, existe uma versão ideal do arraial brasileiro e qualquer desvio representa um colapso cultural.

Mas ao mesmo tempo, esse personagem ajuda a manter certas tradições vivas. Porque enquanto todo mundo está distraído tirando selfie e postando vídeo, ele ainda presta atenção nos detalhes clássicos que fazem uma festa junina parecer realmente junina.

Mesmo reclamando, normalmente é um dos que mais ama aquele ambiente.


16. A pessoa que vira celebridade por fazer uma receita específica

Toda comunidade possui alguém famoso por um prato junino lendário.

Pode ser a pamonha da tia Vera, o bolo de milho da vizinha, o arroz-doce da avó ou o espetinho de alguém que aparentemente domina técnicas culinárias secretas transmitidas entre gerações.

Quando essa pessoa chega trazendo comida, acontece um fenômeno social imediato. As pessoas se aproximam naturalmente. Comentários surgem antes mesmo de provar:
“Finalmente ela trouxe.”
“Agora a festa ficou séria.”
“Isso aqui acaba rápido.”

E acaba mesmo.

Em poucos minutos sobra apenas o prato vazio e pessoas comentando que “esse ano ficou ainda melhor”. O cozinheiro recebe elogios com a energia de um artista premiado em festival gastronômico.

Talvez porque comida tenha um papel emocional gigantesco nas festas juninas. Certos sabores conseguem ativar lembranças de infância quase instantaneamente.


17. O organizador surtado que claramente perdeu o controle do evento

Ele começou o dia cheio de energia, planejamento e esperança.

Mas conforme a festa avança, algo muda.

A barraca ficou sem troco. O microfone falhou. A quadrilha atrasou. O milho queimou. Choveu dez minutos. Uma criança chorou porque perdeu o chapéu. O bingo sumiu.

E agora ele anda de um lado para o outro segurando fita adesiva, celular e algum objeto aleatório enquanto responde quinze problemas simultaneamente.

O mais engraçado é que, do lado de fora, a festa parece funcionando normalmente. Só quem está organizando sabe que existe um incêndio psicológico acontecendo nos bastidores.

Mesmo assim, essas pessoas sempre salvam o evento no final.

Pode faltar energia, sobrar pastel ou tocar a música errada no meio da quadrilha. O organizador surtado encontra um jeito de resolver tudo na força do ódio e do improviso brasileiro.


18. A pessoa que sai da festa dizendo que “esse ano foi o melhor”

Não importa o que aconteceu.

Pode ter chovido.
Pode ter faltado comida.
A quadrilha pode ter sido desorganizada.
O bingo pode ter dado confusão.
Mesmo assim, essa pessoa termina a noite completamente feliz.

E talvez ela seja o verdadeiro símbolo da festa junina brasileira.

Porque existe algo muito especial nesses eventos simples que conseguem reunir gente diferente em volta de música, comida e bagunça coletiva. Em tempos onde todo mundo vive correndo, preso no celular ou cansado demais para socializar, as festas juninas ainda criam momentos genuínos de convivência.

É por isso que tanta gente sente nostalgia de junho.

No fim, ninguém lembra apenas da decoração ou da comida. O que fica são as pessoas, as situações aleatórias, as risadas inesperadas e aquela sensação confortável de pertencimento que aparece quando um monte de desconhecidos começa a cantar junto no meio de um arraial iluminado por bandeirinhas coloridas.

E talvez seja justamente isso que faz as festas juninas sobreviverem geração após geração: elas continuam sendo um dos raros momentos em que o brasileiro aceita, por algumas horas, simplesmente se divertir sem precisar de motivo complicado.


FAQ: tipos de pessoas festa junina

FAQ: tipos de pessoas festa junina

Quais são os tipos de pessoas festa junina mais comuns?

Os tipos de pessoas festa junina mais comuns são aqueles personagens clássicos que aparecem em praticamente todo arraial brasileiro. Entre eles estão a pessoa que vai apenas pela comida típica, o casal que leva a quadrilha a sério demais, o especialista em quentão, o tio das piadas ruins e o competidor profissional do bingo. Esses tipos de pessoas festa junina acabam virando parte da diversão do evento.

Por que os tipos de pessoas festa junina se repetem em todo lugar?

Os tipos de pessoas festa junina se repetem porque as festas juninas criam um ambiente muito parecido em diferentes regiões do Brasil. Música, comida, quadrilha e brincadeiras acabam despertando comportamentos clássicos nas pessoas. Por isso, independentemente da cidade, sempre existe alguém exagerando no look caipira ou disputando pescaria como se fosse campeonato mundial.

Existe um tipo de pessoa festa junina que vai só pela comida?

Sim, esse é provavelmente um dos tipos de pessoas festa junina mais famosos. É aquela pessoa que faz roteiro completo das barracas de comida típica, experimenta tudo e sabe exatamente onde está a melhor canjica, pamonha ou milho verde do arraial. Em muitos casos, ela nem participa da quadrilha, porque o foco principal é gastronômico.

Quais tipos de pessoas festa junina costumam aparecer na quadrilha?

Entre os tipos de pessoas festa junina da quadrilha, os mais conhecidos são o casal competitivo, a pessoa perdida nos passos, o participante que esquece a coreografia inteira e aquele que transforma a dança em espetáculo teatral. Toda quadrilha brasileira acaba misturando organização, caos e muita vergonha alheia divertida.

Os tipos de pessoas festa junina mudaram com o tempo?

Alguns tipos de pessoas festa junina continuam iguais há décadas, mas outros mudaram bastante com a chegada das redes sociais. Hoje existe, por exemplo, a pessoa que passa a festa inteira gravando vídeos, fazendo selfie ou procurando cenário bonito para postar foto temática. Mesmo assim, figuras clássicas como o tio da piada ruim e o apaixonado por bingo continuam sobrevivendo firme em qualquer arraial.

Por que os tipos de pessoas festa junina fazem tanto sucesso na internet?

Os tipos de pessoas festa junina fazem sucesso porque geram identificação imediata. Quase todo brasileiro já encontrou alguém parecido em festas escolares, arraiais de bairro ou eventos familiares. Além disso, junho desperta muita nostalgia, e conteúdos sobre tipos de pessoas festa junina costumam misturar humor, memória afetiva e situações extremamente reais.

Existe um tipo de pessoa festa junina que sempre vira o centro das atenções?

Sim. Entre os tipos de pessoas festa junina, sempre existe alguém que acaba dominando o ambiente inteiro. Pode ser o cantor improvisado do forró, o organizador desesperado tentando salvar o evento ou a pessoa que exagera tanto no visual caipira que vira praticamente mascote oficial da festa.

Qual é o tipo de pessoa festa junina mais engraçado?

Isso depende muito da experiência de cada pessoa, mas os tipos de pessoas festa junina que mais arrancam risadas normalmente são o tio das piadas ruins, o fiscal das tradições juninas e o participante que promete ficar pouco tempo mas termina fechando a festa junto com os organizadores.

Como identificar os tipos de pessoas festa junina logo no começo da festa?

Os tipos de pessoas festa junina normalmente se revelam nos primeiros minutos do arraial. A pessoa da comida já chega perguntando onde fica a barraca de canjica, o competidor da quadrilha começa a ensaiar passos antes da música tocar e o especialista em quentão aparece analisando bebida como jurado gastronômico. Em toda festa junina existe um padrão social quase impossível de esconder.

Quais tipos de pessoas festa junina mais aparecem em festas escolares?

Nas festas escolares, os tipos de pessoas festa junina mais comuns são os pais fotógrafos, as crianças hiperativas correndo pelo salão, os adolescentes constrangidos usando roupa caipira e os organizadores surtados tentando controlar tudo ao mesmo tempo. Esse tipo de arraial costuma criar situações ainda mais engraçadas justamente pela mistura de gerações.

Existem tipos de pessoas festa junina diferentes no interior e na cidade?

Sim, mas muitos tipos de pessoas festa junina continuam praticamente iguais em qualquer lugar do Brasil. No interior, algumas tradições costumam ser mais fortes, enquanto nas grandes cidades aparecem mais pessoas focadas em redes sociais e fotos temáticas. Mesmo assim, personagens clássicos como o viciado em comida típica e o rei do bingo continuam universais.

Por que os tipos de pessoas festa junina geram tanta identificação?

Os tipos de pessoas festa junina geram identificação porque fazem parte da memória afetiva de muita gente. Quase todo brasileiro já viveu alguma situação parecida em escola, igreja, condomínio ou reunião de família. Esse reconhecimento imediato cria humor natural e faz o leitor lembrar automaticamente de amigos, parentes ou até dele mesmo.

Qual dos tipos de pessoas festa junina você provavelmente já virou sem perceber?

Muita gente descobre tarde demais que já virou um dos tipos de pessoas festa junina mais clássicos. Às vezes a pessoa começa indo apenas para acompanhar amigos e termina disputando bingo, comendo três pratos de comida típica e tirando foto perto da fogueira como se estivesse em ensaio profissional. Festa junina tem esse efeito curioso de transformar qualquer um em personagem típico do arraial.


No fim das contas, a melhor parte da festa junina sempre foram as pessoas

Talvez seja isso que torna as festas juninas tão especiais no Brasil. Claro, a comida ajuda. A música também. As roupas engraçadas, as bandeirinhas e a decoração fazem parte da magia.

Mas o verdadeiro espetáculo sempre acontece entre as pessoas.

São os personagens repetidos todos os anos, as situações absurdamente específicas, as piadas ruins inevitáveis e aquele clima coletivo de bagunça organizada que transformam um simples evento em memória afetiva.

Porque no fundo, todo mundo acaba virando um personagem típico de festa junina em algum momento da vida. Alguns são o viciado em canjica. Outros viram especialistas em quadrilha. Tem quem descubra um talento oculto para bingo ou quem simplesmente apareça só pela comida.

E talvez essa seja a graça.

Junho chega, o Brasil coloca uma camisa xadrez, acende umas bandeirinhas coloridas e, por algumas noites, todo mundo aceita participar dessa confusão maravilhosa chamada festa junina.

Redação Tediado é a equipe editorial responsável pelos conteúdos do Tediado, site brasileiro no ar desde 2011, focado em humor, curiosidades, listas criativas e entretenimento digital.

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